"E enterrada em seus ossos há uma dor que você não pode ignorar..."
O Rei do Show é um musical que conta a história de Phineas Taylor Barnum (Hugh Jackman), um homem que nasceu pobre e se apaixonou pela filha do chefe de seu pai, Charity (Michelle Williams). Conseguindo assim casar-se com a moça ele a promete uma vida de luxos como a que tinha na casa de seu pai. Passado os anos de seu casamento e com duas belas filhas, eles ainda viviam em um lar simples, Charity estava bem e feliz, pois seu marido e filhas eram toda a riqueza que precisava, mas Phineas continuava insatisfeito. Assim quando foi demitido de seu emprego ele decide abrir um "Teatro de Aberrações", tudo e todos que eram considerados incomuns, estranhos e fora dos padrões da época foram atrás de P. T. Barnum para se juntar a seu show, e com isso foi montado o primeiro ato: a mulher barbada, Lettie Lutz (Keala Setlle); o pequeno general, Charles Stratton (Sam Humphrey) ; os irmãos trapezistas, Anne Wheeler (Zendaya) e W. D. Wheeler (Yahya AbdulMateen) e mais alguns outros integrantes.
Os shows começaram a lotar e os críticos começaram a os chamar de circo, termo que foi logo adotado por Barnum. Não satisfeito com o sucesso de seu teatro, ele ouviu falar de um jovem promissor envolvido em espetáculos, Philip Carlyle (Zac Efron) e após muita insistência ele o contrata como sósio.
Logo após, P. T. Barnum se envolve em uma turnê com a renomada cantora de ópera Jenny Lind (Rebecca Ferguson), o que traz uma crise ao seu casamento e consequentemente ao seu circo pelo falta de um mestre do picadeiro presente.
"Bebi champanhe com Reis e rainhas, os políticos elogiaram meu nome, mas esses são sonhos de outra pessoa..."
Um dos maiores motivos que me fizeram ter esse musical como meu preferido foram as músicas, um compilado de obras de arte com ritmos inebriantes e letras profundas, todas muito bem trabalhadas.
O desenvolvimento geral dos personagens é uma experiência única de se acompanhar, como a quebra de estereótipos, inseguranças, a diversidade e os problemas que as diferenças de cada um traz para o show e para o próprio dia a dia dos artistas.
A formação de casais memoráveis, como o amor impossível pelas barreiras da classe social entre Anne e Philip, assim como o de Barnum e Cherity foi um dia. O modo como cada um deles lidou com suas próprias confusões, Philip enfrentando os pais para assumir a moça negra em público; Cherity dando uma segunda chance a Phineas após um enorme mal entendido com uma manchete de jornal, além da própria ganância corrosiva do mesmo.
Esses fatores fazem com que o enredo prenda o telespectador até o final do filme, que por sinal demonstra uma grande lição sobre o valor real das coisas como a amizade e a família.
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