Hanahaki Byou (do japonês: doença de cuspir flores) ou Hanahaki Disease é uma doença literária (uma doença que não existe, é fictícia, chegando a ser vista como lenda) apresentada no livro "Garden: uma história Hanahaki Byou" da autora Mariana H. Almeida, na qual uma vez contaminada a vítima é invadida por flores no interior de seu corpo, levando até mesmo a morte.
A doença é resultado de um amor sufocante e unilateral (não correspondido) onde a pessoa infectada está condenada a tossir pétalas da flor favorita da pessoa amada. As flores vão crescendo dentro da pessoa infectada e afetando órgão vitais com suas raízes e espinhos, essas plantas são metáforas para os sentimentos presos no interior da pessoa.
Hanahaki pode ter 3 estágios: no primeiro a vítima tosse pétalas de flores, onde a doença parece inofensiva e indolor. No segundo a vítima passa a vomitar flores inteiras com caules e espinhos, causando dores e feridas. No último as plantas já estão instaladas nos órgãos vitais e a pessoa começa a vomitar buquês inteiros com diversos galhos, sendo levada a óbito.
No mito, há 3 fins para quem contrai a doença: fazer uma cirurgia e retirar as flores, e junto com elas todas as lembranças da pessoa amada. Ser correspondido, assim todas as flores somem. E a última é morrer de amor, onde a vítima apenas deixa que as flores consumam todo seu ser e "engulam" seus órgãos vitais.
Nenhum comentário:
Postar um comentário