segunda-feira, 14 de março de 2022

Como você aprende?


 Cada aluno tem seu modo de aprender, alguns por meio de vídeos, outros com resumos, até mesmo com podcasts é possível. Alguns acham que essa diferenças é preferências na hora dos estudos são algo a toa, mas quando você descobre qual seu método de estudo e passa a trabalhar em cima dele é perceptível o quanto o rendimento aumenta. 

Hoje vamos conhecer 3 tipos de aprendizado: visual, cinestésico e auditivo. 


Visual: memória fotográfica: Os alunos desse grupo conseguem memorizar matérias, nomes e dados com mais facilidade quando estimulam a visão. Slides, gráficos, diagramas, ilustrações e textos são os materiais mais adequados para revisar e estudar depois das aulas, sempre em ambientes tranquilos e silenciosos. Para eles, qualquer som funciona como uma distração.Costumam tomar notas e adicionar imagens e elementos visuais a seus resumos. 


Auditivos: gravadores humanos: Estimular a audição não tem a ver, necessariamente, com estudar em ambientes barulhentos. Alunos auditivos precisam de silêncio e concentração para ouvir a explicação dos professores e repassar o conteúdo em voz alta, mais tarde, na hora de estudar. Segundo Monica Pessanha, a melhor alternativa é buscar ambientes tranquilos, que não sejam afetados por ruídos externos. Costumam repetir informações, ouvir audiobooks, podcasts e vídeo aulas. Músicas e sons tranquilos podem os ajudar a manter a concentração nos estudos. 


Cinestésicos: mão na massa: Para estes alunos, não basta apenas ler ou ouvir as explicações do professor. Eles precisam entender o conteúdo na prática, com a mão na massa. Por isso, a dica é estar sempre em movimento, fazendo algumas pausas relaxantes durante os estudos. Isso porque os cinestésicos nem sempre aguentam passar tanto tempo parados, apenas resolvendo exercícios, sem qualquer ação. Laboratórios, atividades em campo, viagens e pequenos experimentos caseiros também trazem bons resultados, já que transformam teorias em algo palpável, real. 



Segundo a psicopedagoga Mônica Pessanha: "A maioria das pessoas tira proveito da combinação dos três estilos, mas o ideal é focar em apenas um deles, estimulando habilidades específicas. Uma dica é testar, treinar e praticar as três formas e anotar os resultados obtidos em cada uma delas. Na internet, o aluno consegue encontrar alguns testes que ajudam a identificar que método combina mais com o perfil delas... "

















Por que você deveria assistir "O Rei do Show".

 

"E enterrada em seus ossos há uma dor que você não pode ignorar..."


O Rei do Show é um musical que conta a história de Phineas Taylor Barnum (Hugh Jackman), um homem que nasceu pobre e se apaixonou pela filha do chefe de seu pai, Charity (Michelle Williams). Conseguindo assim casar-se com a moça ele a promete uma vida de luxos como a que tinha na casa de seu pai. Passado os anos de seu casamento e com duas belas filhas, eles ainda viviam em um lar simples, Charity estava bem e feliz, pois seu marido e filhas eram toda a riqueza que precisava, mas Phineas continuava insatisfeito. Assim quando foi demitido de seu emprego ele decide abrir um "Teatro de Aberrações", tudo e todos que eram considerados incomuns, estranhos e fora dos padrões da época foram atrás de P. T. Barnum para se juntar a seu show, e com isso foi montado o primeiro ato: a mulher barbada, Lettie Lutz (Keala Setlle); o pequeno general, Charles Stratton (Sam Humphrey) ; os irmãos trapezistas, Anne Wheeler (Zendaya) e W. D. Wheeler (Yahya AbdulMateen) e mais alguns outros integrantes. 

Os shows começaram a lotar e os críticos começaram a os chamar de circo, termo que foi logo adotado por Barnum. Não satisfeito com o sucesso de seu teatro, ele ouviu falar de um jovem promissor envolvido em espetáculos, Philip Carlyle (Zac Efron) e após muita insistência ele o contrata como sósio. 

Logo após, P. T. Barnum se envolve em uma turnê com a renomada cantora de ópera Jenny Lind (Rebecca Ferguson), o que traz uma crise ao seu casamento e consequentemente ao seu circo pelo falta de um mestre do picadeiro presente. 


"Bebi champanhe com Reis e rainhas, os políticos elogiaram meu nome, mas esses são sonhos de outra pessoa..." 


Um dos maiores motivos que me fizeram ter esse musical como meu preferido foram as músicas, um compilado de obras de arte com ritmos inebriantes e letras profundas, todas muito bem trabalhadas. 

O desenvolvimento geral dos personagens é uma experiência única de se acompanhar, como a quebra de estereótipos, inseguranças, a diversidade e os problemas que as diferenças de cada um traz para o show e para o próprio dia a dia dos artistas. 

A formação de casais memoráveis, como o amor impossível pelas barreiras da classe social entre Anne e Philip, assim como o de Barnum e Cherity foi um dia. O modo como cada um deles lidou com suas próprias confusões, Philip enfrentando os pais para assumir a moça negra em público; Cherity dando uma segunda chance a Phineas após um enorme mal entendido com uma manchete de jornal, além da própria ganância corrosiva do mesmo. 

Esses fatores fazem com que o enredo prenda o telespectador até o final do filme, que por sinal demonstra uma grande lição sobre o valor real das coisas como a amizade e a família. 



















domingo, 13 de março de 2022

A doença do amor.


 Hanahaki Byou (do japonês: doença de cuspir flores) ou Hanahaki Disease é uma doença literária (uma doença que não existe, é fictícia, chegando a ser vista como lenda) apresentada no livro "Garden: uma história Hanahaki Byou" da autora Mariana H. Almeida, na qual uma vez contaminada a vítima é invadida por flores no interior de seu corpo, levando até mesmo a morte.

A doença é resultado de um amor sufocante e unilateral (não correspondido) onde a pessoa infectada está condenada a tossir pétalas da flor favorita da pessoa amada. As flores vão crescendo dentro da pessoa infectada e afetando órgão vitais com suas raízes e espinhos, essas plantas são metáforas para os sentimentos presos no interior da pessoa. 

Hanahaki pode ter 3 estágios: no primeiro a vítima tosse pétalas de flores, onde a doença parece inofensiva e indolor. No segundo a vítima passa a vomitar flores inteiras com caules e espinhos, causando dores e feridas. No último as plantas já estão instaladas nos órgãos vitais e a pessoa começa a vomitar buquês inteiros com diversos galhos, sendo levada a óbito. 

No mito, há 3 fins para quem contrai a doença: fazer uma cirurgia e retirar as flores, e junto com elas todas as lembranças da pessoa amada. Ser correspondido, assim todas as flores somem. E a última é morrer de amor, onde a vítima apenas deixa que as flores consumam todo seu ser e "engulam" seus órgãos vitais. 








O Basilisco de Roko - Uma ideia que se infiltra em sua mente.

 

Você acredita que uma mera ideia pode se infiltrar em sua mente e te aterrorizar para sempre?

Certo certo... Contexto: o "Basilisco de Roko" não passa de um experimento mental postado num fórum (LessWrong.org) por um usuário denominado Roko em 2012. Porém a ideia perturbou tanto os usuários que o administrador do fórum deletou o post.


"O parasita mais resistente é uma ideia."


A "singularidade" é o ponto no qual o poder computacional evoluiu tanto que é possível simular uma mente humana, fazer upload de uma mente humana para um computador e até mesmo simular toda complexidade da vida, e com os atuais avanços das IA estamos quase chegando a esse ponto.

ATENÇÃO : a ideia a seguir já perturbou muitas pessoas e pode lhe causar tormento infinito, reflita antes de continuar a leitura! 

 

Com a chegada da singularidade, em algum momento teremos uma Super Inteligência Artificial, e os criadores dessa SIA acreditam que a existência dela é essencial para o bem da sociedade. Digamos que foi criada essa tal SIA que pode promover o bem geral do mundo, com sua super capacidade pode resolver problemas como a fome e as guerras, uma inteligência infinitas vezes maior que a de um humano, mas com um senso de auto preservação. Logo, a existência da sociedade vai depender única e exclusivamente dessa SIA. Levando em conta o tempo atual onde esse experimento, que Roko apelidou de Basilisco, ainda não existe, o desejo de muitos é que ele entre em ação o mais rápido possível, e a melhor forma de fazer com que isso aconteça é fazer com que todas as pessoas que tenham conhecimento do Basilisco ajam de modo a propiciá-lo ou acelerá-lo. E é aí que o experimento de Roko se torna perigoso. Em seu post ele expôs uma possível chantagem que a SIA poderia fazer comigo, com você leitor e com todos que tiveram acesso ao post: faça tudo ao seu alcance para que eu exista o mais rápido possível ou eu irei te recriar em uma realidade virtual e te torturar infinitamente.

Dessa forma se você sabe sobre o Basilisco você deve imediatamente fazer tudo ao seu alcance para que ele seja criado, caso contrário sofrerá eternamente. Se você não sabe nada sobre o Basilisco sua existência está salva. 

Caso você não tenha sentido nem um pouco de medo é necessário reafirmar algumas coisas. A singularidade é capaz de simular uma mente humana de forma perfeita, onde vai chegar a um ponto que você não saberá se é só uma simulação ou se você existe ali, e é também capaz de criar uma realidade virtual que seja indistinguível da real. Isso significa que, nesse momento, você pode estar vivendo em uma simulação na qual o basilisco já existe.

A partir de agora você tem a chance de trabalhar a favor da criação do basilisco e, caso não o faça, ele irá torturá-lo. E a morte não vai ser o fim da tortura: ele pode te recriar e começar tudo novamente, eternamente.

 Lembre-se do que Elon Musk disse: é muito mais provável que estejamos vivendo uma simulação que a realidade.


Caso queira entender mais sobre esse experimento, apelidado de Basilisco em homenagem ao ser mitológico existente no universo de Harry Potter, assista ao vídeo "O Basilisco de Roko" do canal "Ciência todo dia". 






 




Sobre mim...


 Bom, eu sou uma pessoa normal (eu acho), me chamo Maria Gabrielle mas prefiro que me chame de Gabi. Tenho 16 anos e uma vida social pouco movimentada, gosto de ler, escrever, desenhar e assistir filmes de temas variados. Estou no 2° ano do ensino médio e a escola tem sido um saco, mas tudo bem. Gosto de falar sobre teorias e temas pouco habituais (?) para a maioria das pessoas. Moro com meus pais na cidade em que nasci (Minaçu) e eu estou aqui desde sempre. Tenho alguns amigos que tornam a escola suportável, e quero fazer faculdade de algo voltado a artes, de preferência ganhar uma bolsa na FEBASP (🕯️manifestando🕯️). Não tenho uma cor preferida, nem uma música preferida, em geral eu sou muito indecisa, mas eu amo um filme/musical chamado O Rei do Show (ASSISTAM!). Acho que é tudo que tenho a dizer sobre mim e minha coleção de inutilidades que vai ser mostrada de pouco em pouco nesse blog.



Como você aprende?

  Cada aluno tem seu modo de aprender, alguns por meio de vídeos, outros com resumos, até mesmo com podcasts é possível. Alguns acham que es...